terça-feira, 28 de setembro de 2010

Viva a redundância redundante!

por Marcelo Moraes

O que seria de nós se não tivéssemos a redundância...

redundancia

De tantas coisas que têm graça neste mundo, uma delas é usar o uso da redundância. Veja bem, como seria chato não poder subir pra cima e descer pra baixo! Chorar um choro, sorrir um sorriso! Hã?

colherzinha É, se não tivesse a redundância, não daria para fazermos aquelas brincadeiras rapidinhas vapt-vupt com alguém que lhe diz pra pegar uma colherzinha pequena e você responder: “Por que, tem colherzinha grande”? Sabe, aquelas brincadeiras bem bobas, mas que depois cai a ficha na pessoa e ela faz cara de sem graça? E se ela tiver bom humor, tudo vira graça depois e todos acabam na gargalhada (eu, pelo menos, encaro assim).

Até os mais letrados costumam dizer “As crianças pequenas” (quem seriam as crianças grandes? No sentido mental, talvez? :D)

Livraria de Livros? Revistaria de Revistas!

Com a redundância, nós olhamos com os olhos, ouvimos com os ouvidos, vimos com a visão da vista que nós olhamos, olha só que grande imensidão de variadas opções que nós temos!

Só de chegar até este parágrafo, já percebeu como a sua vida faz diferença. Provavelmente até pensou: “Nossa, sou uma outra pessoa humana agora!”. Vou até comemorar!

Beber uma bebida líquida!

Comer uma comida sólida…

Sonhar um sonho!

Falar uma fala…

Pedir um pedido…

Pensar um pensamento....

Mas há, também, quem comenta um comentário num blog virtual da internet! :D

Na minha opinião pessoal, eu acho a redundância mais legal que o gerundismo, mas se você deixar a sua opinião pessoal também, estarei verificando se concordará ou não com o que postei nesta postagem deste dia de hoje, okay?

Será que fui muito prolixo? Se fui, vou me desculpar lhe pedindo perdão:

 

Me perdoa eu?

 Perdoa eu, vai?

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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Qual o MAIS que você busca?

por Marcelo Moraes

Elas são Plus!

Sempre queremos mais, sempre buscamos mais... Sempre pensamos mais... Ou em algo mais, ou em mais alguma coisa. Mais é Mais mesmo, mas é mais que isso, muito mais... Mais que desejo, mais que vontade, mais que necessidade, mais que curiosidade... É mais alguma coisa que não se sabe o que é (ou se sabe sim?), apenas que se quer ter, ou ser, ou ver, ou remeter, ou pensar, proliferar, idealizar, planejar, gesticular, sorrir, partir, permitir ou... Ignorar, aguardar, parar... Parar, mas para depois de um tempo, querer mais...

Acabamos sempre assim, e assim sempre... E quando vemos, temos cada vez menos:

- menos dinheiro,

- menos saúde,

- menos tempo de vida (e qualidade desta também).

A vida não nos tira nada, talvez nós que a tiramos daqui (daqui onde?), com o mais que nos cobra, com o mais que nos rodeia, com o mais de sempre querer mais, ou de ter que mostar algo mais para um, para outro, ou apenas para os outros, menos para você... Porque dizem que é assim, que tem que ser mais do que és ou mais do que pode ser (ou do que quer, talvez!), só para ser para os outros, só para ser mais um “outro”... E nesta matemática progressiva, fica o saldo “MENOS UM” você. Ou algo mais, talvez...


Num momento, nos dizem: FALE menos, PENSE mais!

Num outro: PENSE menos, FALE mais!


Abro um parênteses (sempre para dizer algo mais):


Será que falei “de menos” ou falei demais?


Fecho o parênteses (sempre para poder continuar com um algo mais depois...).

E por falar em mais...


Qual o MAIS que você busca?


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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Reticências…

por Marcelo Moraes

reticencias

(…)

Eu estava indo quando…

Você me disse que…

Eu achei que fosse…

Ah, deixa pra lá…

Vamos ver se…

É bem provável que eles…

Tá querendo me…

Sem mais…

Magoei…

Chorei…

Sei lá…

Mas o encontro foi…

Naquele dia nós…

(…)

Este post…

Continua…

Ou não…

Smiley sexyBrincadeiraSmiley piscando


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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O doce gesto

Açúcar ou Adoçante?

“Queria um pouco mais de açúcar. Pedi. Não o recebi. Pedi novamente. Aguardei. Aguardei mais uns segundos. Irritei-me. Na ânsia de ter tudo resolvido, fui em busca do que não me cabia fazer. Ao me levantar, observo o funcionário a me ignorar, num rápido intervalo, ajustar seu aparelho auditivo que, na correria de sua função, não houvera outro momento para tal realização. E eu, a julgar pela aparência, não busquei a solução, mas alimentei a minha irritação, motivo este que aquele jovem jamais teve noção…”

Um dia temos dor de cabeça, no outro de barriga, no outro de cabeça de novo, no outro de qualquer outra coisa. Dores que nos perseguem, dores que nos irritam. Mas de todas as dores que experimentamos, uma pode ser tão duradoura quanto a física: a dor de não ser compreendido, a dor de não ser respeitado, a dor de ser um ignorado. Somos de uma mesma espécie física, mas que cria, manipula ou destroi as diferentes espécies mentais, emocionais que apresentamos.

Somos seres humanos ou outros seres dentro de um corpo humano?


O que é bom para você pode não ser bom para mim, e vice-versa, e versa-vice, coisa óbvia isso. Mas, se antes de tudo pararmos para observar, a chance de um novo impulso negativo acontecer, por si, reduzirá. Uns exploram mais o bem, outros mais o mal, ninguém é perfeito. Porém, o que não se pode esquecer, é que devemos pensar muito bem antes de agir. Às vezes, a solução não vem fácil, você não a descobre sozinho(a). E agindo sempre por impulso, muitas vezes perdemos a noção de que a solução sempre esteve por perto, diante de nossa própria “visão”.

"…E eu, frente ao jovem, aproximei-me do pote de açúcar, e num gesto, avisei-o que o levaria até a minha mesa. E o rapaz, respondendo-me com um sorriso, gesticulou-me, também, um sinal de positivo.”

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domingo, 5 de setembro de 2010

21ª Bienal do Livro de São Paulo: Balanço Geral

por Marcelo Moraes

Painel de localização da Bienal

Nos dias 21 e 22 de agosto, dediquei-me a um final de semana apenas para um programa: Visitar a 21ª Bienal do Livro de São Paulo. Para quem não sabe ou não se lembra, em 2008 também estive por lá realizando aquela caminhada sem direção ou sentido determinados. Quer dizer, em termos, pois o mapa da Feira nos orienta muito bem, o que não nos ajuda é a curiosidade em ficarmos parando em cada stand em que você olha e pensa: “parece que está acontecendo alguma coisa ali”, e ir matar a curiosidade; ou também, de não resistir à tentação de parar numa Editora que pouco tem acesso e que te abduz para o seu interior para você cogitar em levar este ou aquele exemplar que te atrai, te atrai e te atrai rss. Mas depois de um tempo você começa a se ambientar e não se importa em andar sem um rumo certo.

Conforme as dicas e o aprendizado na Bienal anterior, reservei-me, novamente, dois dias para a visitação. Não que eu fosse cumprir uma maratona de estandes para querer descrever o que cada uma apresentou neste ano, mas para aproveitar melhor aquele espaço, que só se forma a cada dois anos. Nesta edição, muitas novidades foram observadas em relação a anterior. Como, realmente, não dá para fazermos previsões marketeiras como costumamos fazer com a música ou cinema, com os livros tudo é tão imprevisível quanto acreditar em previsão do tempo nos últimos meses. E por falar em tempo, quanto tempo andando, meeeeeeeeu Deus! Jeeeesus! Fora as intermináveis filas para tudo o que se queria ver ou fazer  que ninguém poderia fugir também, ÓBVIO! Compensei os vários dias sem caminhadas pelo parque nas férias! :D

Chico Xavier

Desta vez, não tínhamos o Dan Brown com seu Código da Vinci liderando o espaço. Se você pensou em dizer, “Já sei, vai falar do Crepúsculo?”, errou! Também esperei que fosse o dono da vez na feira, mas nem o Justin Biber conseguiu ser o senhor das vendas, apenas em estampas de revistas ampliadas para chamar a atenção da meninada. O que eu não esperava e nem me passaria pela cabeça numa aposta qualquer era de que o “Chico Xavier” fosse causar tanto frisson em algumas editoras, que investiram bem na sua divulgação. E, claro, virou uma saga, assim como foi com Dan Brown, onde todos querem dizer ou interpretar os “escritos” de Chico.

Sacolas, sacolas e mais sacolas...No sábado, 21, fui sem aquela intenção de comprar, então andei, andei, andei, mas não deixei de fazer uma outra tarefa importantíssima: fotografar! rss Ah, cada stand é um flash sim, merecido, pois o visual deles está ficando cada vez mais tentador. Eles te atraem pelos olhos, para depois te atrair pelas “letras e capas” dos livros, revistas, panfletos, cartões e sacolas! Pois é, milhares de sacolas rolavam e rolaram por lá! Fiquei pensando: cadê a consciência ecológica no ano que se discute a sustentabilidade? Peguei umas duas só, pois assim que os vendedores se moviam em pegar uma sacola, eu dizia: “Não precisa, vou pôr na mochila, obrigado.”

Além dos livros...

Blibioteca MóvelQuem foi à feira apenas para ver livros ou revistas, deparou-se com um leque de opções que faziam da feira um espaço bem eclético, variando do Espaço Gourmet até simulações de uma viagem espacial. E por falar em viagem, uma biblioteca móvel também estacionou por lá! Coisas interessantes, oportunidades de se perceber que não há limites para se contar, se escrever, se aperfeiçoar. É um mundo de novidades, do macro e do micro universo literário. Disse micro, pois havia até mini livros, para não dizer micro-livros, que chegam a ter menos de dez centímetros de comprimento! A câmera guardada e o cansaço de fim de feira, não me fizeram registrar este espaço. Mas o achei muito curioso e original.

Como se produz um livro? A área voltada às crianças, que na feira anterior era um dos grandes atrativos, estava sem muitas novidades, só o encanto de livros que tocam música, ficam tridimensionais ou viram algum boneco (e cenários lúdicos). Mas o que foi impossível de se visitar foi o stand reservado às obras de Monteiro Lobato. A decoração do espaço e a disposição das imagens foram de muito bom gosto, passei por lá nos dois dias.

Sucesso Garantido

Mangás, mangás, mangás... 

O universo dos quadrinhos é mesmo fascinante. Não há formas de descrever tamanha atração que eles causam em todos nós, que sempre vão de encontro a algum personagem que compõe a nossa “história”. O estande da Comix e Panini, só pela observação, foram os mais visitados, ou pelo menos, os que mais público mantiveram cheios os seus espaços. Para entrar na Comix era necessário entrar na fila. Entrei, para ver o que viria por lá. Uma overdose de mangás de tantos jeitos que me senti um patinho feio diante de tantos emos, adolescentes e adultos falando de um idioma que eu viajava legal! Saí logo para não me sentir pagando mico a mim mesmo rss Do lado de fora me senti em casa, pois era onde ficavam expostos os gibis da Turma da Mônica, que desta vez, apresentava suas versões em Inglês e Espanhol. E esta turma é mesmo do barulho, pois a presença da Mônica e do Cebolinha no estande da Editora Globo causou o maior frisson por lá, coisa digna de celebridades “reais”! A criançada deixou os pais enlouquecidos. Fiquei deveras impressionado com o poder que estas figuras (fantasiadas) mexem mesmo com a fantasia de qualquer “criança”. Palmas para eles, palmas para o Maurício que mantém nosso produto multinacional sempre vivo!

Gibis da Turma da Mônica em Inglês e Espanhol Mônica e Cebolinha no estande da Editora Globo

No geral, ficou mais claro que esta feira não investiu num tema específico, deram mais espaço às obras diversas para atrair todos os nichos que elas atingem, pois quando focam num tema, muitas vezes o stand lota de curiosos e de poucos visitantes pagantes, que saem de lá insatisfeitos por não poderem visitar o espaço que lhes interessa. Achei muito bom este comportamento das editoras em relação à Bienal 2008.

Blog na Bienal?

DSC02999 E foi podendo visitar os estandes menos populosos que conheci o Prêmio BLOG BOOKS, que a Vanessa do Fio de Ariadne está participando. Eu o desconhecia por total. Em linhas gerais, é um concurso para eleger blogs que têm seus conteúdos focados na literatura, para virarem livros. Retirei o catálogo 2010, que tem um resumo de cada obra selecionada no prêmio anterior. Achei esta ideia muito chique! :D Para quem não bloga, é um meio de conhecer o espaço de quem bloga. Mas para mim, o gosto bom continua sendo o de ver tudo aqui pelo universo ponto com, não acha? Bora torcer para a Vanessa? Clique aqui e deixe o seu voto!

Autógrafos e mais autógrafos

Pedro Bandeira Seguindo a tradição destas feiras, durante o evento, algumas editoras levam alguns de seus autores para fazerem a “tarde de autógrafos”, que começa logo no início da feira e se estende até a noite. E neste tempo encontrei, novamente, com Ziraldo, Maurício de Souza, Pedro Bandeira e, desta vez, Gabriel Chalita.

Finalizando, no dia 22, claro, fui passar pelos caixas para aproveitar as promoções de fim de feira: comprei (quase) todos os livros e revistas que me atraíram com descontos de 25% a 70%. Quase porque, mesmo com os descontos, a tentação sempre fala mais alto, né? Mas o auto-controle estava no modo ON rss.

Promoções no último dia da Feira!

Como eu disse: “Conforme as dicas e o aprendizado na Bienal anterior” aprendi esta lição. Mas é um evento que faço questão de ir, não para voltar carregado de livros, mas para conhecer o que rola entre as editoras, conhecer novas e, claro, sentir o prazer de estar num ambiente rico de palavras, gestos, sons, imagens e conhecimento.

Os prós e os contras…

Na Bienal passada elogiei o esquema de transporte do metrô à feira e da mesma ao metrô, porém, desta vez, o que pecou foi a organização, por parte da feira, de não distribuir MAIS (muito MAIS) funcionários para darem uma organizada nas filas que cresciam num piscar de olhos. Dos poucos que ficavam por lá, as caras de “meu Deus, quanta gente!” eram tão comuns quanto reclamar do calor que nos tocava a cada instante na fila. Neste quesito, a feira teve nota baixa, pois os ônibus, pelo contrário, tinham até ar condicionado e bancos estofados!

A próxima Bienal do livro de São Paulo será em 2012, antes mesmo da Copa de 2014. Mas com tantas especulações e “previsões” que andam fazendo acerca destas datas, será que vai rolar? :p

 
* Confira mais fotos da feira no meu álbum do Picasa:

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

3 de setembro: Dia Nacional do Biólogo

biologo

Adenina, guanina, timina, citosina (ah, tem a uracila!). Prófase, metáfase, anáfase, telófase (em outras palavras: mitose, meiose). Patela, quadril, rádio, falanges, esterno: ossos. Esternocleidomastoideo, glúteo máximo, soleo, gastrocnêmio, liso, estriado, esquelético: músculos. Epitelial, conjuntivo, hematopoiético, adiposo: tecidos. Glóbulos, hormônios, glândulas... Se está tudo dentro ou fora, com o tempo vamos descobrindo, pois se o maquinário não estiver completo, nada disso funcionará ou se formará. Maquinário este que chamamos de célula!

Em 03 de setembro de 1979, foi sancionada a Lei n.º 6.684, pelo então Presidente da Republica João Baptista Figueiredo, a qual regulamentou a Profissão de Biólogo e  criou o Conselho Federal de Biologia - CFBio - e os Conselhos Regionais de Biologia – CRBios, definindo-os, em conjunto, como autarquia federal com personalidade jurídica de direito público, à semelhança dos demais conselhos profissionais já existentes.
As Associações de Biólogos em atividade na época da regulamentação da profissão,  convencionaram estabelecer a data da sanção dessa Lei como Dia Nacional do Biólogo - 03 de setembro.[Leia mais…]

cpdarwin Sim, escolhi esta profissão, mas ainda tenho dúvidas se não foi ela quem me escolheu. Você chega, descobre e fica. Ou ela te convida, você chega e eternamente a visita. Vejo colegas de trabalho, amigos e familiares sempre reclamando de seus trabalhos, de suas profissões. Sintome-me, às vezes, como se eu estivesse num mar de rosas onde todos alí, mesmo com seus acúleos (pois rosas não têm espinhos), não se atacam, mas compartilham do mesmo copo com água parada, suja e escassa. Nenhuma profissão é um mar de rosas sempre lindas, perfumadas e abertas, e por mais que um ou outro profissional leve status à sua profissão, nada substitui o prazer de se fazer o que gosta. Não passei pelo momento “E agora, o que vou fazer na faculdade?” e por isso, agradeço a escolha que fiz, ou a escolha que me foi oferecida. Aquela que chegou sem cardápio, mas pronta para o consumo. Consumo este que completa 10 anos e que já carrega algumas boas histórias cercadas de alegrias, tristezas, sucessos, fracassos, pois é este o nosso grande objetivo: desvendar a imensa caixa-preta chamada VIDA!

Sangue sujo da emoção

Formulando uma teoria

Firmei uma hipótese
Seria muita mordomia
No calor desta alegria
Ignorar que, na ciência,
Dependemos muito da paciência
E sem querer ignorar
Tudo o que vier com pressa
Algo pode se agravar:
O corpo estressa
Gasta muito ATP
Coisa esta que ninguém vê
Mas você que estuda a vida
Entenderá que para a maioria
Tudo isso é enrolação
Ou talvez, uma piração
Pois quem vive de emoção
Não percebe que no coração
Há duas vias de emoção:
Uma que leva alegria
Outra que traz decepção
Ou seria o sangue “sujo”
Sem a tal oxigenação?

Marcelo Moraes

A todos os colegas e amigos Biólogos (e Biofilistas também, claro), PARABÉNS por tudo o que fazem pela vertente que escolheram para estudar a vida. E que esta data seja para lembrarmos, sempre, do quão importante é esta nossa profissão, sobre o que ela exerce perante a todos, perante à VIDA!


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